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2º turno em 25/10 · Flávio × Lula

Prometômetro

Impostos

Quanto entra e para onde vai

Quanto o país paga de impostos, de onde vem o dinheiro e no que cada estado e cada cidade gasta. Tudo com dado oficial: Receita Federal, Tesouro Nacional (Siconfi), Banco Central e IBGE.

Contador de impostos

Quanto o Brasil já pagou de impostos em 2026

R$ …

Estimativa: R$ 136.986 por segundo, somando União, estados e municípios. Conta: carga tributária de 32,40% do PIB em 2025 (Tesouro Nacional) × PIB dos últimos 12 meses (Banco Central).

  • União 67%
  • Estados 26%
  • Municípios 7%

Dado oficial: a Receita Federal arrecadou R$ 1,85 tri de janeiro a julho de 2026, +9,8% sobre o mesmo período de 2025 (valores nominais).

Quanto sai do seu salário

INSS

R$ 501,51

Imposto de Renda

R$ 0,00

Sobra no mês

R$ 4.498,49

Tabelas de 2026: INSS de 7,5% a 14% até o teto de R$ 8.475,55; IR pela tabela progressiva com o redutor da Lei 15.270/2025 (isenção até R$ 5 mil, reduzida até R$ 7.350). Conta para empregado com carteira, sem outras rendas nem pensão. Além disso, há impostos embutidos nos preços (ICMS, ISS, PIS/Cofins, IPI), que não dá para calcular com exatidão para cada pessoa; na média, a carga total equivale a R$ 20.181 por brasileiro por ano.

Impostos federais: de onde vem

Últimos 12 meses: R$ 3,02 tri

  • Imposto de RendaR$ 971,1 bi 32%

  • Previdência (INSS)R$ 711,5 bi 24%

  • CofinsR$ 476,4 bi 16%

  • OutrosR$ 245,5 bi 8%

  • CSLLR$ 198,1 bi 7%

  • PIS/PasepR$ 127,5 bi 4%

  • IOFR$ 100,2 bi 3%

  • ImportaçãoR$ 99,1 bi 3%

  • IPIR$ 91,8 bi 3%

Por ano (valores nominais)

  • 2015R$ 1,22 tri
  • 2016R$ 1,29 tri
  • 2017R$ 1,34 tri
  • 2018R$ 1,46 tri
  • 2019R$ 1,54 tri
  • 2020R$ 1,48 tri
  • 2021R$ 1,88 tri
  • 2022R$ 2,22 tri
  • 2023R$ 2,32 tri
  • 2024R$ 2,65 tri
  • 2025R$ 2,86 tri

Receita Federal (arrecadação das receitas federais, inclusive Previdência). Sem correção pela inflação.

Estados: quanto arrecadam e para onde vai

Toque num estado para ver o detalhe. Imposto estadual: ICMS, IPVA, ITCD, taxas e o IR retido dos servidores, nos 12 meses até dezembro de 2025. Fonte: Siconfi (Tesouro Nacional) e IBGE.

São Paulo

Arrecadou (receitas correntes, 12 meses)

R$ 391,8 bi

R$ 8.484 por habitante

Gastou (despesa liquidada, 2025)

R$ 355,4 bi

R$ 7.697 por habitante

Vive de repasses

12%

da receita vem de transferências da União

Impostos estaduais (12 meses)

  • ICMS

    R$ 238,1 bi

    R$ 5.155 por habitante

  • IPVA

    R$ 31,9 bi

    R$ 690 por habitante

  • ITCD (herança e doação)

    R$ 7,4 bi

    R$ 159 por habitante

Impostos federais pagos no estado (Receita, 12 meses): R$ 1,13 tri.

Para onde foi o dinheiro

  • Repasses a municípios e ao Fundeb21% R$ 75,9 bi
  • Educação19% R$ 69,3 bi
  • Administração, Legislativo e Judiciário12% R$ 43,6 bi
  • Saúde12% R$ 42,2 bi
  • Previdência9% R$ 30,8 bi
  • Dívida (juros e amortização)8% R$ 27,6 bi
  • Cidade, transporte e moradia7% R$ 25,7 bi
  • Segurança5% R$ 17,7 bi
  • Outras áreas4% R$ 14,0 bi
  • Assistência e trabalho2% R$ 8,7 bi

Receitas correntes acima da despesa liquidada em R$ 36,3 bi. A despesa inclui investimentos, que podem ser pagos com empréstimos e venda de bens.

Sua cidade: IPTU, ISS e para onde vai o dinheiro

Por enquanto, as 26 capitais e os 645 municípios de São Paulo. As outras cidades entram no mesmo modelo.

Como é calculado

  • Contador: estimativa. Multiplica a carga tributária bruta de 2025 (32,40% do PIB, prévia do Tesouro Nacional) pelo PIB dos últimos 12 meses (Banco Central) e divide pelos segundos do ano. Não é a arrecadação registrada minuto a minuto, que não existe em dado público.
  • Arrecadação federal: dado oficial mensal da Receita Federal, por tributo e por estado, sem correção pela inflação.
  • Estados e cidades: Relatório Resumido da Execução Orçamentária do 6º bimestre de 2025 entregue ao Siconfi: receitas dos últimos 12 meses (Anexo 3) e despesa liquidada por área (Anexo 2). Por habitante: população estimada pelo IBGE.
  • No Termômetro Brasil: o bloco "Contas públicas e impostos" (15% da nota) inclui o retorno dos impostos: a média das notas de saúde, educação e segurança, reduzida se a carga passar da média da OCDE (34% do PIB). Ver a régua

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